O que esperar quando você está esperando?

 

Deixei alguns leitores esperando por meus posts (e talvez a minha amiga Rouse foi a quem mais esperou, na verdade) – (parenteses 2: eu tô pensando que tô podendo, né?), mas, independente do tempo e/ou expectativas, como terminei o ano de 2012 fazendo uma retrospectiva e falando dos gadgets do ano passado, nada melhor do que começar o (meu) ano falando sobre os mais esperado de 2013…

Porém, contudo, todavia, acabei de assistir um filme com o título deste post (indico a todos e digo “C-U-I-D-A-D-O!”, para alguns casais) e por ser um cara sensível e emotivo (esse cara seou eu) fiquei refletindo sobre o dia-a-dia da gente, seres humanos, mortais, PRINCIPALMENTE depois que temos mais de um baby… depois que a família aumenta!

Como falo mais aqui com para os pais, até porque normalmente são “os meninos” que se interessam mais por tecnologia, quero fazer uma perguntinha (ou mais de uma) aos meus ex-futuros-semi-quase-amigos-brothers-papai(zes): Vocês pararam de correr, malhar, jogar bola, encontrar os amigos, sair, se divertir (e podem dizer mais o quê), depois que a família aumentou? E é pior mais difícil ainda quando vc não esperava, do tipo: era pra ser um e veio dois, três… quatro? Você(s) não podiam ter e adotaram, mas logo depois que adotaram o “benedito” a barriga cresceu (igual ao nariz de pinóquio) e surpresa!? Ficaram com dois, de um dia para outro? Tudo aumentou, só o tempo diminuiu?

Bem, o filme ilustra de uma forma bem bacana algumas dessas circuntâncias; algumas sérias, outras engraçadas, constrangedoras, inesperadas, interessantes, mas, no final (pois não estarei mesmo contando o final) O QUE VALE É A FAMÍLIA. E, antes de falar de gadgest, de tecnologia, de games, de geeks e de qualquer outra coisa que realmente possa vir a chamar sua atenção eu queria quebrar um pouco o protocolo neste “meu primeiro post do ano” e dizer repetir que o que vale mesmo é a família.

Aos meus irmãos, pais, cunhados(as), amigos(as), sobrinho (eita, por enquanto esse é exclusivo) e sobrinhos (não esqueceria dos filhos dos meus amigos), enfim, a todos aqueles que nos dão o prazer de suas convivências e estão conosco diariamente no corre-corre (independente se ainda conseguem fazê-lo numa esteria, num parque ou apenas nas escadas do trabalho/ou na escola dos seus filhotes) quero lembrá-los aquela canção e peço a liberdade para colocá-la no plural: “cuidem bem dos seus amores… sejam quem forem” (só pra rimar, afinal estamos num blog). Feliz dois mil e games!

By Tio Flá.