A Esponja Mágica Salva-Paredes

Ok, gente.  Pode ser que eu seja a única pessoa do mundo que não sabia dessa maravilha chamada Esponja-Mágica da Scotch-Brite (vou ter que falar o nome da marca porque eu só conheci dessas. Se houverem outras, por favor, coloquem nos comentários). Aqui em casa é um tal de paredes riscadas com lápis de todo tipo: caneta, grafite, de cor, hidrocor.  Quando João Miguel nasceu, eu consegui controlar isso muito bem porque ele só pegava em lápis quando estava sob “supervisão”. Só que eu trabalho, meu marido trabalha, João faz tarefa de casa e muitas vezes, Sofia rouba um ou dois lápis do estojo de João Miguel e quando a gente se dá conta…VOILÁ! Mais uma parede devidamente colorida. Hoje eu consigo medir em metros quadrados, se necessário, as áreas NO COLOURED. E posso garantir que deve ser menos de 20% do apartamento.

Resolvemos então pintá-lo. Mas precisávamos encontrar logo uma solução caso ela resolvesse retomar seus momentos Michelangêla do Séc.XXI. Foi quando eu descobri, na casa de uma amiga brasileira/americana que acaba de voltar para o Brasil uma tal de esponja mágica. ENCANTEI-ME, claro. Uma esponja branca, que limpa essas obras de arte com, nada mais, nada menos que ÁGUA??? Como ninguém tinha pensado nessa magnifica ideia antes? e trazido pro Brasil?

Ledo engano, a Scotch-Brite já tinha pensado E trazido para o Brasil e EU, euzinha, é que não havia sido informada desse fato. Bem que poderiam ter feito propaganda disso né, gente???!!! Saí da casa da minha amiga tão decidida a comprar essas esponjas que já tinha feito uma prévia encomenda à mãe dela que vem ao Brasil em Novembro…tipo uns 30 pacotes de esponja na mala a Polícia Federal não segura não né?

Fui no supermercado da minha rua e, não é que eu encontrei. Fácil, Fácil. Vou dizer que o valor varia entre R$5,00 e R$10,00. Mas, vale cada centavo comparado à angústia de pintar o apartamento de novo.

Se você já conhecia, perdoe-me a empolgação. Mas eu espero que possa SALVAR algumas mães por aí.

Parabéns, Scotch-Brite! Você foi uma “mão na roda”.